Crítica: La Casa de Papel - Parte 3 cumpre todas as expectativas

Crítica: La Casa de Papel – Parte 3 cumpre todas as expectativas

O fenômeno La Casa de Papel retornou nesta sexta (19/07) com altas expectativas. Os fãs deixados nas duas temporadas anteriores não esperavam receber mais da história dos carismáticos ladrões. Assim que foi anunciada, porém, a nova leva de episódios foi celebrada – e muito esperada.

A boa notícia é que não há, neste novo conjunto de capítulos, uma traição ao espírito da série. A Parte 3 renova a história, que foi muito bem encerrada na temporada anterior; no entanto, nos traz um novo desafio para os membros comandados pelo Professor (Álvaro Morte), com a adição de mais alguns personagens para suprir a ausência daqueles que morreram no passado. O desafio agora é outro.

O plot começa simples: os ladrões estão espalhados pelo mundo curtindo os euros roubados da Casa da Moeda espanhola, mote da história anterior. No entanto, Rio (Miguel Herrer) é capturado pela polícia. O bando então precisa se reunir novamente para resgatá-lo e, no caminho, executar um novo golpe, agora contra o Banco da Espanha.

 

Maior e melhor

Dessa forma, tudo parece maior e melhor na terceira temporada de La Casa de Papel. Ao contrário do que vimos na adaptação da Netflix para Cavaleiros do Zodíaco, lançado no mesmo dia, aqui temos algo para nos orgulhar.

Mesmo que existam pessoas reclamando da falta de necessidade dessa temporada, ela ainda consegue cativar. Personagens extraordinários, como Palermo (Rodrigo de la Serna) tomam conta das cenas e nos fazem torcer por eles. Ou não.

Em síntese, La Casa de Papel: Parte 3 mantém o ritmo e o estilo das temporadas anteriores, dobrando a aposta no que diz respeito aos perigos que o grupo de bandidos precisa enfrentar para atingir seus objetivos. A tensão é quase palpável a todo momento, o que garante a diversão do público. Além, claro, de aparições para lá de especiais que farão os fãs da série vibrar.

Veja a crítica completa abaixo:

Post Author: Luiz Henrique Oliveira

Nascido em Capão Bonito, criado em Itapetininga, residente de São Paulo. Gosta de filmes, de séries, de livros e de dar uns rolês aleatórios. Acha "O Poderoso Chefão" o melhor filme do mundo quando não lembra que "2001" consegue ser melhor. É religioso: tem muita fé em Stanley Kubrick.

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