Crítica: The Boys, da Amazon, é uma série impressionante em todos os sentidos

Crítica: The Boys, da Amazon, é uma série impressionante em todos os sentidos

The Boys, série que a Amazon lançou nas últimas semanas, tem um enorme potencial não só por ser excelente em sua forma técnica, mas também pelo sua mensagem.

Na história, a humanidade vive cercada por super-heróis: pessoas que possuem poderes extraordinários. São eles que mantém a sociedade em segurança contra o crime. Acontece que esses mesmos elementos são pessoas corruptas. Dessa forma, vivem apenas pela aparência e do dinheiro que os direitos de adaptação para o cinema rende. Além disso, são vaidosos, egocêntricos e nada heroicos. O grupo que eles formam, conhecido como The Seven, é auxiliado nos bastidores por um enorme conglomerado. Este, por sua vez, é repleto de relações-públicas e advogados. Eles estão sempre prontos para defendê-los de qualquer mancha em suas histórias.

Quando um homem tem sua companheira morta acidentalmente por um desses super-heróis, ele passa a questionar o sistema que os protege. Isso acaba o levando a um agente do FBI que pretende reviver um grupo chamado The Boys. Ele deve servir como “vigilantes”, para tentar mostrar quem essas pessoas realmente são. Por trás de toda a ação midiática que os protege, há falhas bem humanas.

A série, que tem oito episódios, traz grandes atuações – principalmente de Karl Urban, conhecido por vários trabalhos no cinema, e de Elizabeth Shue, que faz a advogada vilanesca que comanda a empresa responsável pela imagem dos heróis. No entanto, sua mensagem é inequívoca: é sempre um perigo endeusar pessoas que, a bem da verdade, podem até fazer bem para a sociedade, mas não possuem nenhum caráter para manter as aparências.

É uma mensagem e tanto para o Brasil atual.

Veja a crítica completa aqui:

 

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Post Author: Luiz Henrique Oliveira

Nascido em Capão Bonito, criado em Itapetininga, residente de São Paulo. Gosta de filmes, de séries, de livros e de dar uns rolês aleatórios. Acha "O Poderoso Chefão" o melhor filme do mundo quando não lembra que "2001" consegue ser melhor. É religioso: tem muita fé em Stanley Kubrick.

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