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Crítica: “O código Bill Gates”

Estreou no dia 20 de setembro na Netflix a série documental “O código Bill Gates”. A minissérie é dividida em três partes com duração de 50 minutos cada episódio.

O documentário apresenta Bill Gates não como o grande empresário criador da Microsoft, mas sim em suas ações filantrópicas.

Parte 1

Na primeira parte temos um pouco sobre a infância do milionário e como desde pequeno ele já possuía um modo diferente de agir, um garoto de personalidade reclusa e relação conflituosa com a sua mãe.

Posteriormente, o documentário apresenta um trabalho de Bill Gates na busca de parceiros para o desenvolvimento de uma privada sustentável, tendo em vista as condições de saneamento que alguns países sub-desenvolvidos enfrentam, o que acaba levando a morte de muitas crianças.

O garoto gênio que devorava livros e era muito competitivo. Já criança, começou a se interessar pela programação.

Parte 2

Dando sequência ao tema filantrópico, nessa segunda parte do documentário vemos os esforços de Bill Gates em tentar erradicar a poliomelite na Nigéria, por meio produção e distribuição de vacinas.

Dessa forma, questionado sobre a escolha de brigar por grandes causas, Gates nos responde que gosta de se envolver com questões complexas.

O documentário fala do seu passado a frente da Microsoft, sua relação com Paul Allen e sua fixação pelo trabalho.

Parte 3

A última parte do documentário fala sobre sua relação com Melinda e brevemente sobre a polêmica na qual a Microsoft foi acusada de monopólio.

Voltamos ao Gates preocupado com as questões climáticas, o empresário apresenta quais são suas ideias e investimentos para uma produção de energia limpa.

Bill Gates

Assim, o foco do documentário foi abordar o grande filantropo que Bill Gates é.

O documentário não apresentou ao espectador um meio de conhecer mais sobre a vida do empresário, infância, adolescência, polêmicas etc.

Desse modo, o objetivo foi passar a parte positiva do milionário, mostrando suas boas ações e camuflando algumas questões.

Confira o trailer:

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Post Author: Pâmela

Paranaense, 24 anos. Moça que curte tecnologia, jogos, filmes, livros e séries.

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