O HOMEM INVISÍVEL, Fora do óbvio.

Capa do livro homônimo que inspirou o filme.
Capa do livro homônimo que inspirou o filme.

Sendo uma livre adaptação do homônimo de H.G.Wells, O Homem Invisível, passado nos dias atuais, diferente da história do autor britânico, o filme conta o drama de  Cecília (Elisabeth Moss), que vive em um relacionamento tóxico com o brilhante cientista, Adrian Griffin (Oliver Jackson-Cohen). Logo no início da película ao fugir de casa devido os abusos do companheiro, Cecília é abrigada por seu grande amigo, o policial, James e sua filha Sydney (Storm Reid). Tempos depois recebe através da irmã, Emily (Harriet Dyer), a notícia de que o ex-companheiro morreu. Ela herda uma fortuna e a partir daí as coisas se complicam ainda mais do que antes. Coisas inusitadas começam a ocorrer. Suspeitando tratar-se de uma farsa arquitetada por Adrian e seu irmão, Tom (Michael Dorman), Cecília correr contra o tempo para desfazer uma série de crimes e mal-entendidos causados por uma aparente e indesejada presença sobrenatural. Roteiro e direção de Leigh Whannel, este filme foge mesmo do óbvio conforme o título desta coluna. Logo no início da exibição este que vos fala por ser escritor de tramas de mistério (vide: Angra Sinfonia da Noite, sinopse em: https://www.rmedicoes.com.br/trama-descricao-biografia/) já matei a charada referente alguns aspectos da trama, mas foi só isso. O resto foi uma grata surpresa. A trama vai se desenrolando de uma maneira logo toma outro rumo e, no fim, o que parece algo até clichê neste tipo de filme acaba tomando outras proporções que no final, acaba surpreendendo completamente. Um roteiro ágil, com ganchos e viradas incríveis (sem exagero) que deixa o telespectador boquiaberto.

Vale a pena o ingresso!

#Recomendo!

Post Author: Ray Monteiro

Olá, sou Raymundo Monteiro, escritor e humorista. Estou aqui iniciando minha tentativa de ser colunista, aproveitando essa oportunidade que o site Cinco Tons deu. Obrigado, Cinco Tons!

2 thoughts on “O HOMEM INVISÍVEL, Fora do óbvio.

    Mário

    (7 de março de 2020 - 11:50)

    Parabéns, Ray. Você superou o Batman, matando o (a) Charada.

    Achei interessante o aspecto sobrenatural dado ao longa. Me fez lembrar das histórias envolvendo os Incubus e os Succubus, demônios invisíveis, que abusam sexualmente das suas vítimas, durante o sono.

    Seria muito difícil um ser humano adquirir o poder da invisibilidade e não se corromper. Estou querendo muito ver esse filme e todas as possíveis reviravoltas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *