Crítica: La Casa de Papel - Parte 4 (Primeiras impressões sem spoilers)

La Casa de Papel: Parte 4 | Veja as primeiras impressões sem spoilers da temporada

La Casa de Papel chega a sua Parte 4 trazendo a resolução de várias pontas soltas que ficaram para trás na temporada anterior.

A Netflix disponibilizou episódios para apreciação do Canal Cinco Tons, e estamos mostrando aqui as nossas primeiras impressões, em forma de crítica sem spoilers.

A temporada começa retomando os pontos decisivos que ficaram em aberto, como o disparo contra Nairóbi (Alba Flores). Entre a vida e a morte, a rainha do matriarcado precisa de uma cirurgia nos pulmões.

Mas afinal, o que vai acontecer? No final do ano passado, durante entrevista, a atriz pontuou que “quem gosta da Nairóbi vai sofrer”, mas não entregou o destino da personagem. No trailer, a tensão frente ao sofrimento dela mantém a dúvida.

Novos personagens devem surgir a partir do terceiro episódio de La Casa de Papel: Parte 4, e serão muito importantes para o desencadeamento da trama. Um deles, inclusive, é um personagem transexual.

Muitos espectadores temiam não ver mais o personagem na quarta temporada, já que Berlim havia morrido. Mas o icônico e complexo personagem estará muito presente na quarta parte da série, que tem cenas inéditas do seu casamento.

Os relacionamentos entre os personagens compõem muito da trama e, mais uma vez, o romance entre os assaltantes ganha destaque. Enquanto uns terão que lidar com términos, outros novos casais podem se formar.

A crítica oficial sai na sexta, dia 03 de abril, data de lançamento da temporada 4 da série na Netflix. Veja as primeiras impressões, sem spoilers, de La Casa de Papel: Parte 4, que estão neste vídeo especialmente produzido pelo Canal, e deixe o seu comentário, seu like e também compartilhe com seus amigos!

Aproveite e veja também a crítica e uma explicação sobre o final de O Poço, filme que fez bastante sucesso nas últimas semanas na Netflix.

Post Author: Luiz Henrique Oliveira

Nascido em Capão Bonito, criado em Itapetininga, residente de São Paulo. Gosta de filmes, de séries, de livros e de dar uns rolês aleatórios. Acha "O Poderoso Chefão" o melhor filme do mundo quando não lembra que "2001" consegue ser melhor. É religioso: tem muita fé em Stanley Kubrick.

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