100 Humanos. Série científica da Netflix.

100 HUMANOS: Respostas Para a Vida

100 Humanos. Uma experiência para a vida.
Nessa série, a Netflix, apresenta um experimento comportamental com 100 voluntários.

Cem pessoas têm diante de si um grande desafio: testar seus limites. Respostas para as questões vitais, de convivência em grupo. 100 Humans (título em inglês) mostra um experimento científico social, onde cem participantes têm de lhe dar com todo o tipo de testes que mostrarão seus limites em relação à convivência social. Será que somos tão livres de preconceitos como pensamos ser? Julgamos as pessoas conforme nosso estilo de vida? Temos ou não tendência de pré-julgar outro humano em determinadas as situações diante de estereótipos?

Essa série da Netflix mostra que as coisas são bem diferentes. Consciente ou inconsciente somos bem mais preconceituosos ou prejulgamos bem mais do que imaginamos. Muitas vezes somos bem mais tendenciosos do que sequer imaginamos. Sem percebermos acabamos nos comportamos conforme os estereótipos aprendidos no meio social no qual convivemos. E isso acontece com qualquer um. Tais experiências divertidas onde histórias sociais são mostradas e testadas com 100 Humanos mostram uma variedade mais do que centenária sobre idade, sexo, felicidade dentre outros aspectos humanos tão comuns, que mostram o quanto tal diversidade é importante para o equilíbrio da natureza. A diversidade faz parte da vida, e cada ser humano tem sua distinção uns mais outros menos, o que é bastante normal. Cabe a cada um de nós aprender a conviver com a diferença tanto nossa, quanto a do outro, ao invés de julgar ser melhor ou pior, ou julgar o outro, devido às suas características, sejam elas físicas, regionais, sexuais, religiosas, dentre outras.

#Recomendo!

Post Author: Ray Monteiro

Olá, sou Raymundo Monteiro, escritor e humorista. Estou aqui iniciando minha tentativa de ser colunista, aproveitando essa oportunidade que o site Cinco Tons deu. Obrigado, Cinco Tons!

2 thoughts on “100 HUMANOS: Respostas Para a Vida

    Mário

    (4 de abril de 2020 - 13:29)

    Apesar de não ter assistido a série, ainda, concordo que a “diversidade faz parte da vida,” tanto quanto o preconceito, do ser humano.

    Se não fosse a diversidade genética, ainda seríamos amebas. Falei no sentido literal, já que existem pessoas, que parecem ter herdado o QI de criaturas unicelulares e quase ultrapassam o sentido figurado.

    Falando nisso, ter preconceito é normal. Quando nos deparamos com algo que não conhecemos completamente, faz parte do mecanismo rudimentar do cérebro humano completar as lacunas com padrões preexistentes. Por isso, somos enganados tão facilmente com ilusões de ótica ou truques de mágica.

    Nem tudo é o que parece. Ter consciência disso é dar o primeiro passo para uma evolução social. As grandes ideias surgem de outra característica nossa, a curiosidade. Fazer amigos, por mais diferentes que sejam, é uma das maiores invenções humanas.

    Ray! Vou te confessar uma coisa. Sou um dos roteiristas dessa série.

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