Milagre da Cela 7, filme de 2019 que estreou na Netflix, se conecta direto com o coração do espectador por falar de algo universal: os laços familiares.

Milagre na Cela 7 | Leia a crítica do filme Netflix

Milagre da Cela 7, filme turco de 2019 que estreou na Netflix há duas semanas, se conecta direto com o coração do espectador por falar de algo universal: os laços familiares.
São eles — e os obstáculos que toda relação familiar precisa vencer para alcançar a felicidade — que fazem com que um filme como esse acabe se tornando um verdadeiro fenômeno de popularidade. Entretanto, para que tudo funcione, é preciso ter uma produção bem azeitada: atores, produtores e diretores precisam estar alinhados a um roteiro que sabe usar os clichês do melodrama a seu favor.
Aqui, temos uma receita testada e aprovada. Milagre da Cela 7 é um remake. O original chama-se 7-Beon-Bang-Ui Seon-Mul e foi produzido na Coréia do Sul em 2013, alcançando grande sucesso por lá. O filme conta a história de Memo (Aras Bulut Iynemli), um homem com deficiência intelectual, e sua filha Ova (Nisa Sofiya Aksongur), que vê como sua vida pacífica muda quando ele é acusado de assassinar uma garota e, tendo tudo contra ele, ele deve provar sua inocência.
Apesar de, na essência, serem fiéis ao filme original, a dupla de roteiristas do longa-metragem fez mudanças importantes em cenas-chave de Milagre na Cela 7 para transformá-lo em um melodrama, já que o filme sul-coreano é uma comédia dramática. Momentos como o mote que leva o protagonista a ser preso, a reação de sua filha após a prisão, o julgamento e os desdobramentos futuros para a menina foram seriamente alterados na versão turca.
Assistimos ao filme e comprovamos que Milagre da Cela 7 é um filmaço imperdível. Veja a crítica completa e aproveite para ver também as 5 curiosidades sobre o filme. Para acessar esse artigo, clique aqui.

Post Author: Luiz Henrique Oliveira

Nascido em Capão Bonito, criado em Itapetininga, residente de São Paulo. Gosta de filmes, de séries, de livros e de dar uns rolês aleatórios. Acha "O Poderoso Chefão" o melhor filme do mundo quando não lembra que "2001" consegue ser melhor. É religioso: tem muita fé em Stanley Kubrick.

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