Produção lançada em 2017 mostra um futuro distópico.

DISTOPIA NETFLIX: ONDE ESTÁ SEGUNDA?

Produção francesa mostra um futuro distópico, onde há severo controle de natalidade.
Produção francesa lançada em 2017, mostra um futuro distópico, onde há severo controle de natalidade.

Não é que esteja fazendo uma crítica retrô. Diante de tantas opções em tempos de pandemia, filmes e séries lançadas todos os dias nas plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime, Telecine Play, entre as novatas, como Starzplay e Disney +, incluindo as veteranas HBO GO e Globoplay, dentre outras. Fazia tempo que queria ver o filme aqui citado, porém, confesso que tenho um certo preconceito com produções originais da Netflix. Justamente devido a questão de quantidade versus qualidade. A plataforma tem uma política de produção que, para mim, soa um tanto controversa, produz muita coisa, publicita suas vastas produções quase que de uma vez – isso ao longo do ano – e, quando o telespectador assiste, geralmente em ritmo de maratona, muitas vezes acaba se decepcionando pela baixa qualidade de uma determinada produção, ou então, pelo desfecho apressado de uma determinada série ou filme. O que, particularmente falando, para mim, é muito desanimador. Nessa semana passando pelas produções originais da Netflix, vi o resumo de Onde Está Segunda?, amante que sou de produções distópicas, fiquei por demais interessado em dar uma oportunidade à produção. Tenho que dar a mão a palmatória no sentido positivo a esse filme, pois a trama, elenco e produção no geral, é muito mais interessante do que esperava. Subestimei à produção original Netflix.

Para quem ainda desconhece, Onde Está Segunda? é uma trama distópica futurista que se passa num futuro não muito distante (2053 aproximadamente), onde há devido à superpopulação na Terra e a escassez de recursos, obriga o governo a impôr um rígido controle natalino, em que as pessoas, àqueles financeiramente estáveis, só podem ter um filho apenas, mais do que isso a criança é “entregue ao governo para criogenia” para posterior desenvolvimento social, segundo proposta, ter um futuro mais promissor no mundo. Noomi Rapace tem uma árdua tarefa de interpretar sete personagens (e que tarefa!) – e faz muito bem. Assim também como sua versão mirim, a atriz, Clara Read, está fabulosa. Mais as participações para lá de especial dos veteranos: Gleen Close e Willem Defoe. Inclusive os demais atores que compõem o elenco numa trama envolvente que prende o telespectador do início ao fim. Sem exagero. Se você ainda não assistiu a esse filme original Netflix, lançado em 2017, assista – e caso sim -, vale a muito a pena rever. Filme de Tommy Wirkola, produzido por: Rafaella De Laurentiis, Philippe Rousselet, na França. Na verdade, a plataforma adquiriu os direitos do filme para transmissão nos Estados Unidos e demais países.

Confesso que foi um excelente investimento!

 

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Post Author: Ray Monteiro

Olá, sou Raymundo Monteiro, escritor e humorista. Estou aqui iniciando minha tentativa de ser colunista, aproveitando essa oportunidade que o site Cinco Tons deu. Obrigado, Cinco Tons!

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