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GRACINHA!… HEBE, MELHOR DO QUE FILME.

Com um elenco incrível: Andréa Beltrão, Marco Ricca, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, dentre outros. A minissérie (Globoplay) escrita por Carolina Kotscho, é uma grande surpresa estreada no final de 2019.

Quem não conhece Hebe Camargo, a apresentadora mais autêntica do Brasil? Acredito que essa nova geração, vinda dessa recente década, 2010. A artista faleceu em setembro de 2012, com 83 anos e desde os quatorze anos já trabalhava de carteira assinada. Iniciou sua carreira como cantora, encantando a sociedade paulista com sua voz suave, de timbre marcante. Depois começou sua carreira na Rádio Tupi, nos anos 1940. Participou da chegada da TV no Brasil e posteriormente, tornou-se a Rainha da TV brasileira. Para quem conhece e, principalmente, quem não conhece a história de Hebe Camargo, terá o prazer de assistir à sua cinebiografia Hebe A Estrela do Brasil, estreado em setembro de 2019 nos cinemas, porém, tem opção bem melhor, assistir à minissérie em 10 episódios, estreado em dezembro do ano passado, terá a honra de acompanhar as oito décadas de vida dessa que foi a Gracinha! do nosso país.

 

MINISSÉRIE DÁ 10 X 0 NO FILME

 

Fui ao cinema assisti, na ocasião, ao filme HebeA Estrela do Brasil, confesso, que mesmo após ver algumas críticas denotativas, sem muita empolgação e, porque não dizer, críticas negativas à cinebiografia da apresentadora mais querida do país. Não me empolguei muito e, sem muita expectativa, dei uma oportunidade e paguei o ingresso. Para ser sincero, sair da projeção com uma sensação de “quero mais” ou “poderia ser bem melhor”. Já tinha lido sobre rumores de uma minissérie, mas como ainda não tinha certeza, preferir não me manifestar e esperar para ver. E vi.

Assisti a uma das minisséries baseadas na vida de uma personalidade real e brasileira mais bem produzidas que já vi. Bem mais detalhada, completa as lacunas que o filme não completou e explica muita coisa que o filme, infelizmente, deixou no ar. Passei a entender os motivos de muitos fatos que o filme não contou, passando a conhecer mais intimamente, tanto a história da personagem principal, como daqueles que a rodeavam e conviviam ao longo de sua oito décadas de vida. Se for para recomendar entre o filme e a minissérie produzida exclusivamente pela Globoplay, recomendo sem dúvida alguma, a minissérie.

É um dos maiores acertos da plataforma estreado no final de 2019.

#SuperRecomendo!

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Written by Ray Monteiro

Comments

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  1. Gostei da escolha da Andréa Beltrão pra interpretar esse que foi o maior nome feminino da TV brasileira. Achei a atriz bem parecida ou a caracterização bastante fiel.

    A trajetória profissional da Hebe se confunde com a evolução da mídia tupiniquim. Afinal, muito antes da popularização da internet, ela já dava o ar da “graça” nas rádios. Sem falar nas várias capas de revista que tiveram o seu rosto estampado nelas.

    Imagino que, na série, tiveram mais tempo para desenvolver não apenas a personagem principal, mas também os coadjuvantes e que, entre eles, estejam, desde anônimos que impulsionaram ou tentaram atrapalhar a carreira dela, até outras celebridades, que também nos fizeram chorar de tristeza, quando partiram e de alegria, enquanto estavam vivos.

    A nossa Diva dos Selinhos merece todos os aplausos. Você também, Ray, meu Divo das Resenhas.

    • Sempre amei a Hebe, linda, moderna, a frente do seu tempo e muito inteligente e simples. Qualidades admiráveis, coisas que hoje em dia tá difícil.

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